O plano em números
É o que as duas campanhas devem consumir juntas, somando de 46 a 70 visitas ao site por mês. O intervalo existe porque o gasto depende de quantas pessoas realmente clicam — a Univida só paga quando alguém entra no site.
Investimento por mês
R$ 214 a R$ 574
O valor esperado, somando as duas campanhas
Visitas ao site
46 a 70
Pessoas que devem entrar no site por mês
Limite máximo
R$ 912
O teto que o Google nunca ultrapassa em um mês
No Google, a Univida define um limite diário e só paga quando alguém clica no anúncio e entra no site. Se ninguém procurar por seguro naquele dia, o custo é zero.
O limite das duas campanhas somadas dá R$ 912 por mês, mas esse valor não vai ser atingido: não há gente suficiente procurando para gastar tudo isso. Por isso o número que importa é o esperado, de R$ 214 a R$ 574.
Para quem decide a contratação dentro da escola — diretoria, secretaria e administração de colégios, creches e centros educacionais. Não é uma campanha para pais de aluno.
Esquema dos estados brasileiros. Em verde, onde o anúncio aparece.
Onde o anúncio aparece
Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e Goiás
Sete estados inteiros, não apenas as capitais. O atendimento do seguro escolar é feito a distância, então não há motivo para limitar a Belo Horizonte.
É uma campanha pequena de propósito. Nos sete estados somados, cerca de 220 pessoas por mês procuram no Google por seguro escolar — é um mercado enxuto, e ampliar o território não muda isso. O valor dela está em cada contato: uma escola de 800 alunos paga muitos meses de anúncio.
Para construtoras e empreiteiras que precisam da garantia exigida em um edital ou em um contrato. Quem procura costuma ter pressa: o prazo do edital está correndo.
Em roxo, onde o anúncio aparece.
Onde o anúncio aparece
Minas Gerais inteira
Minas concentra 1 de cada 10 buscas do país por esse seguro. O restante do Brasil é dez vezes maior, mas também tem concorrentes maiores — começar em casa, onde a Univida é conhecida, rende mais.
Só em Minas, cerca de 750 pessoas por mês procuram por esse seguro — mais de três vezes o público da campanha escolar. A visita custa mais caro porque há mais empresas disputando o mesmo espaço, e ainda assim é aqui que o investimento faz mais diferença.
O seguro que protege a obra durante a construção estava previsto como uma frente própria desta campanha. A pesquisa mostrou que quase ninguém procura por ele no Google em Minas: são cerca de 170 buscas por mês no estado inteiro, menos que o seguro escolar. Ele continua sendo um produto que a Univida vende — mas não por anúncio. Vamos mantê-lo junto da campanha de garantia, sem verba separada.
Os últimos 12 meses
Cada ponto é o número de buscas no Google, somando todas as expressões que cada campanha vai atender. É o tamanho real do público disponível — e o teto do que qualquer anúncio pode alcançar.
Nenhuma das duas campanhas tem uma temporada forte. O seguro garantia acompanha o calendário de licitações e cai um pouco em dezembro; o escolar sobe de leve em agosto e setembro. Nada que justifique concentrar verba em um período.
A pesquisa do Google mostra com precisão quantas pessoas procuram e quanto custa cada visita. Quantas dessas visitas viram pedido de cotação, só a própria campanha dirá, depois de rodar. Prometer esse número agora seria chute.
O que a pesquisa revelou
Ao levantar o público das duas campanhas, apareceram dois mercados grandes que não foram considerados nas primeiras reuniões.